A EXPRESSÃO DA SUBJETIVIDADE NA ARTE DO GRAFITE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA COM MEDIDA SOCIOEDUCATIVA

Por: Cristiane Dameda
Vania Maria Bellei Marchese

Secretaria de Assistência Social de Chapecó – SC (SEASC) Centro de Referência Especializado em Assistência social – CREAS II.

 

Resumo

 

A infância e a adolescência passaram por inúmeras transformações através do tempo e dos períodos históricos. Inicialmente as crianças e adolescentes não eram vistos como sujeitos com direitos fundamentais. A partir da Constituição Federal de 1988, do advento do Estatuto da Criança e do Adolescente,do SINASE e do Plano Municipal de Atendimento Socioeducativo, depreende-se não ser mais possível dissociar essas garantias e pressupostos de um trabalho pautado na socioeducação. A oficina de grafite realizada com os adolescentes em medida socioeducativa de LA e PSC apresentou-se como uma das formas de expressão da subjetividade, uma vez que representa atravésda arte visual a linguagem das ruas, o “grito” dos oprimidos, dos que precisam ser vistos em suas necessidades e anseios mais profundos. No processo de desenvolvimento dessa atividade foi possível visualizar toda essa expressão da realidade onde vivem. Permitiu a criação de vínculos entre os pares e a Equipe, promoveu a autonomia, a persistência para iniciar, desenvolver e concluir uma atividade. Aprendizado este, que poderão aplicar na arte, na música, no trabalho braçal, no estudo,ou na prestação de qualquer serviço. E, principalmente, cada talento ou potencialidade descoberta no íntimo de cada ser poderá dar sentido à vida e ser a motivação para superar-se e para transformar a realidade na qual se encontra inserido.

Palavras-chaves: Medida Socioeducativa. Subjetividade. Grafite.

 

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